GORDURA ABDOMINAL PODE LEVAR À ALTERAÇÃO DE COLESTEROL E TRIGLICÉRIDES

OBESIDADE RELEVANTE

2 de maio de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO - ÔMEGA 3 DIMINUI O RISCO DE DESENVOLVER DEPRESSÃO PÓS-PARTO


O ÔMEGA 3 É UM TIPO DE GORDURA BOA CONHECIDA COMO ÁCIDO GRAXO ESSENCIAL. ISSO SIGNIFICA QUE O NOSSO ORGANISMO NÃO É CAPAZ DE PRODUZIR, SENDO IMPORTANTE OBTER ATRAVÉS DA ALIMENTAÇÃO, FACILITANDO O METABOLISMO HUMANO.


O ômega 3 é um tipo de gordura boa conhecida como ácido graxo essencial. Isso significa que o nosso organismo não é capaz de produzir, sendo importante obter através da alimentação. As principais fontes de omega 3 são os peixes de águas profundas e frias (salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha, truta) e os óleos de peixe. Para quem não gosta ou não inclui os peixes ou os óleos de peixe no cardápio, as sementes de linhaça e o óleo de linhaça são as melhores alternativas como fontes de ômega 3.
Esta gordura tem um papel fundamental no desenvolvimento e manutenção dos nervos e cérebro, sendo um importante componente estrutural do tecido neural responsável pela neurotransmissão e pelo humor. Estudos recentes mostraram que o ômega 3 pode beneficiar a saúde mental de adultos, diminuindo riscos de desenvolver depressão pós-parto, que acometem cerca de 25% das mães de primeira-viagem. Quando consumido durante a gravidez tem um impacto na saúde materna e infantil. O consumo materno tem vantagem de 9 meses no desenvolvimento do bebê depois que ele nasce e as mães apresentam diminuições nos sintomas relacionados à ansiedade. Na gestação, os ácidos graxos poliinsaturados são transferidos através da placenta. Durante o terceiro trimestre há uma aceleração na transferência do ômega 3 para o desenvolvimento do feto, esgotando os estoques maternos e colocando a mãe em um risco adicional. Baixos níveis estão relacionados à dopamina e produção de serotonina, o que pode afetar na regulação do humor. Só é necessário entrar com a suplementação quando não consegue obter quantidades suficientes através da alimentação. Neste caso é importante conversar com o seu médico ou nutricionista para que orientem a quantidade adequada de acordo com o estado nutricional de cada paciente.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.  
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930


Como Saber Mais:
1.   As principais fontes de ômega 3 são os peixes?      http://nutricaocontrolada.blogspot.com


2.   Ômega 3 diminui o risco de desenvolver depressão? http://aterosclerose.blogspot.com


3.   A linhaça é rica em ômega 3?
http://controladaobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Beck Cheryl, Durham férias, Michele M. McKelvey, Carol J. Lammi-Keefe. Maternal docosahexaenoic acid (DHA, 22:6n-3) consumption during pregnancy decreases postpartum depression (PPD) symptomatology. The Journal of Federation of American Societies for Experimental Biology. FASEB J. April 2011 25 (Meeting Abstract Supplement) 349.7.








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13 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: UM CASO CLÍNICO GRAVE COM DESORGANIZAÇÃO METÁBOLICA ASSOCIADA A RETIRADA CIRÚRGICA DO ESTÔMAGO


POR NECESSIDADE IMPERIOSA (NEOPLASIA),E ASSOCIAÇÃO COM HIPERTIREOIDISMO CLÁSSICO, CAQUEXIA, HIPOTENSÃO ARTERIAL IMPORTANTE E SÍNDROME DE MENOPAUSA COM TODOS OS SINTOMAS CLÁSSICOS CALORES, FRIACHOS, DEPRESSÃO, DESÂNIMO, SONOLÊNCIA, COM ANTECEDENTES DE TUBERCULOSE PULMONAR.


Prezada Sra.Maria Joaquina: conforme solicitação de sua mãe de lhe informar seu estado clinico, hoje foi atendida em nossa clinica a Sra. sua mãe e gostaria de colocar alguns problemas que a mesma apresenta; a Sra.Maria José, há 13 anos não teve alternativa se não extrair o estômago e substituir por uma alça do sistema orgânico. Entretanto na porção superior do estômago é fabricado um hormônio de extrema importância para estimular o apetite, denominado grelina; uma parte deste hormônio também é produzido pelo hipotálamo, centro neurológico produtor de grande parte de hormônios, mais um detalhe, um dos locais que produz um modulador que inibe o apetite, denominado leptina, é o intestino delgado, no caso dela é a alça que ela utilizou para reconstruir o estômago. Isto levou à diminuição significativa do apetite, embora ela não tivesse alternativa. Além do mais ela apresenta hipotensão arterial. Ocorre que todas as substâncias compensadoras desta deficiência são derivados histamínicos e provocam sonolência importante.
Em sendo assim, estou dando aproximadamente 50% da dose normal, pois além disto ela apresenta hipertireoidismo que a leva a perder peso, e não é compatível com a vida de acordo com o biotipo dela abaixo de 39 kilogramos. Hoje ela está em torno de 45 kg, mas infelizmente existe outra agravante que é a síndrome de menopausa, com todos os sintomas clássicos incluindo depressão. Como não posso dar os anti-depressivos adequados devido os mesmos estimularem um outro hormônio denominado serotonina e seus derivados, pois além do sono, os mesmos tiram a fome, o que eventualmente poderiam agravar mais a perda de peso, sou obrigado a utilizar medicamentos que melhoram a musculatura e ao mesmo tempo cognição e depressão,massa corporal, que é de extrema eficiência e importância para Sra Maria José.
Com todas essas intercorrências complexas, sou obrigado a ajustar mensalmente os seus medicamentos, embora estou ciente de seu sacrifício de deslocamento, mas não existem alternativas para melhorar a qualidade de vida dela, incluindo reduzir a morbidade das doenças apresentadas por ela. São muitas variantes neuroendócrinas e endócrinas antagônicas que necessitam de compreensão e paciência.

Cordialmente,
Dr João Santos Caio Jr. Et Dra Henriqueta V. Caio
Obs: caso verdadeiro, nomes fictício.

Paciente procurou a clínica para correção metabólica e aumento de massa corporal. Ansiosa, faz uso de medicação para dormir, muito agitada, estressada. Acorda animada, não pára o dia todo, mas no final do dia se sente cansada e depressiva. Sente calores e sintomas clássicos da menopausa. Perda nos últimos meses de aproximadamente 13 Kg, tendo sido internada por 3 meses em UTI por crises metabólicas (anasarca), sendo que a mesma veio encaminhada para acompanhamento ambulatorial para compensação orgânica. Nesse meio tempo apresentou pneumonias recorrentes e tuberculose. Quadro clínico compatível com hipertireoidismo e menopausa. Há 13 anos paciente apresentou câncer de estômago com retirada total do órgão, tendo sido ligado o esôfago direto ao duodeno. Evolução compensatória e não apresentou até o momento sinais de metástases.
Peso: 39.2 Kg, Altura: 170.0 cm, Idade: 55 anos, PA: 90/50 mmHg, FC = P: 110 bat/min, IMC: 13.56 Kg/m², Cintura: 59.5 cm, Quadril: 85.0 cm, R C/Q: 0.65, Magreza Grau III.
Exames laboratoriais compatíveis com quadro clínico.



 AUTORES

Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611

Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. O metabolismo humano tem a responsabilidade de distribuição dos hormônios ao nosso organismo e em caso de anasarca (desorganização significativa), pode levar ao exito letal?
2. A desorganização metabólica pode levar ao desencadeamento do diabetes mellitus?
http://diabetesmellitustipo2cia.blogspot.com

3.O hormônio de crescimento – HGH aumenta a resistência física, e aumenta massa muscular ?

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES  ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Departamento de Medicina da Universidade Estadual de Wayne, Detroit, EUA, M; Centro de Pesquisas de Endocrinologia e Metabolismo, Hospital Universitário Sahlgrenska, Göteborg, Suécia. Gudmundur.Johannsson.








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11 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OSTEOPOROSE,


MULHERES COM CICLOS AMENORREICOS, MULHERES COM INFERTILIDADE, INFERTILIDADE, MULHERES COM TRANSTORNOS ALIMENTARES, MULHERES ATLETAS, SENDO QUE TODOS OS ACIMA CITADOS POR NÍVEL DE GORDURA CORPORAL MUITO BAIXO E OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) PODEM SE BENEFICIAR COM TRATAMENTO COM LEPTINA SINTÉTICA.


A leptina é uma substância sintetizada pelo adipócito, é um peptídeo que desempenha importante papel na regulação da ingestão alimentar e no gasto energético, gerando um aumento na queima de energia e diminuindo a ingestão alimentar. O tratamento com leptina sintética pode ajudar os atletas, mulheres com amenorréia hipotalâmica (hipotálamo é uma glândula localizada no cérebro – SNC) funcional, nas quais os seus ciclos menstruais são suspensos, provocando graves problemas, tais como infertilidade, se sentem com falta de energia, apresentam perda de massa mineral óssea, perda óssea, osteoporose e aumento do risco de fraturas ósseas, devido aos baixos níveis dos hormônios sexuais e também ocorrem com frequência nas mulheres com transtornos alimentares.
As mulheres com gordura corporal extremamente baixa, incluindo corredoras e bailarinas, bem como as mulheres com transtornos alimentares, são propensas a desenvolver amenorréia hipotalâmica. Já se tem a primeira prova definitiva de que a falta de leptina contribui para a amenorréia hipotalâmica e que o tratamento com uma forma sintética deste hormônio pode restaurar a fertilidade e reduzir o risco de fraturas neste grupo de pacientes. A falta de leptina é responsável por mais de 30% dos casos de amenorréia em mulheres em idade fértil, e é um problema importante ainda sem uma boa solução. Estas descobertas, agora podem provar além de qualquer dúvida, que a leptina é o elo perdido entre as mulheres com gordura corporal significativamente diminuída, e que esta, por sua vez, resulta em inúmeros distúrbios hormonais. Os níveis de leptina circulantes refletem a quantidade de energia armazenada nas células de gordura, bem como alterações agudas no consumo de energia. Pouco depois que a leptina foi descoberta, em 1994, o hormônio tem gerado grande atenção como um caminho possível para suprimir o apetite dos obesos. Mas logo verificou-se que, indivíduos com sobrepeso que tinham abundância de leptina, quando era adicionada mais leptina não havia nenhum benefício.Tem-se feito avaliações da leptina em indivíduos com níveis extremamente baixos de gordura corporal e sabe-se que o organismo responde ao estímulo da fome (por ex., à falta de disponibilidade de alimentos), redirecionando sua energia para a sobrevivência e a reprodução. Ficou demonstrado que níveis diminuídos de leptina causam a fome e tem um papel importante na regulação das respostas hormonais à privação de alimentos.

AUTORES PROSPECTIVOS

 Endocrinologia – Neuroendocrinologista
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Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. A leptina é uma substância sintetizada pelo adipócito, é um peptídeo que desempenha importante papel na regulação da ingestão alimentar e no gasto energético
2. As mulheres com gordura corporal extremamente baixa, incluindo corredoras e bailarinas, bem como as mulheres com transtornos alimentares, são propensas a desenvolver amenorréia hipotalâmica?
3. Ficou demonstrado que níveis diminuídos de leptina causam a fome e tem um papel importante na regulação das respostas hormonais à privação de alimentos?
http://endocrinologiaclinica.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Christos Mantzoros, MD, DSc, diretor da Human Unidade de utrição em BIDMC e professor de medicina na Harvard Medical School; Jeffrey S. Flier, MD, decano da Harvard Medical School; New England Journal of Medicine; Proceedings of National Academy of Sciences (PNAS); Beth Israel Deaconess Medical Center.








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29 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: METABOLOGIA A FLUTUAÇÃO (VARIAÇÃO) DE PESO, SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL, CENTRAL,


NOSSO METABOLISMO ORGÂNICO É EXTREMAMENTE REFINADO, POIS DISTRIBUI CADA SUBSTANCIA POR ELE ADMINISTRADO DE FORMA PRECISA E EM TEMPO E ÉPOCA CERTA, O MÍNIMO ERRO, SEJA ENDÓGENO (INTERNAS) OU EXTERNO DESCONTROLA TOTALMENTE E A QUALQUER TEMPO PODE NOS TRAZER DOENÇAS CRÔNICAS E SÉRIAS.


Entre estes descontroles metabólicos, uma série de fatos podem nos confundir com moléstias mais comuns e síndromes mais característica, este é o motivo clinico que devemos tomar cuidados com endocrinologistas ou neuroendocrinologistas para não sermos equivocados: a obesidade, sobrepeso, obesidade visceral, intra abdominal, central , é um fator de alto risco para doenças cardiovasculares ninguém tem duvida deste fato, e faz parte também de uma possível patologia (doença), a síndrome metabólica, conforme descrito atualmenteEm anos mais recentes, a análise de vários grandes bancos de dados epidemiológicos (doenças descritas e guardadas em arquivos de dados) também revelou que, independentemente de excesso de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade intra visceral , abdominal, central, as grandes flutuações no peso corporal, em algum momento no início da vida representa um fator de risco independente, tanto para o diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica (pressão alta), dois grandes contribuintes para doenças cardiovasculares. Alta morbidade e mortalidade cardiovascular foram efetivamente observados em homens e mulheres adultos, que quando jovens adultos com flutuações (variação) de peso , sobrepeso, obesidade, visceral, intra abdominal, central, mais intensos se apresenta para nosso organismo, (que envolve a recuperação do peso corporal após perda de peso, emagrecimento devido à doenças, fome ou emagrecimento voluntários), ou quando as flutuações de peso , sobrepeso, obesidade, ocorreu muito cedo na vida e envolvidos durante o acompanhamento no desenvolvimento do crescimento de estatura ou corporal, após retardo do crescimento fetal ou neonatal.
Esta situação, pode ocorrer quando os caminhos das flutuações (variações) de peso , sobrepeso ou obesidade, ocorre em doenças metabólicas crônicas, centrando-se sobre o fenômeno da recuperação acelerada de gordura (isto é, acompanhamento de aumento da gordura, sobrepeso, obesidade), após perda de peso ou retardo de crescimento em estatura. Os argumentos são condizentes, durante a retomada do crescimento de estatura ou do corpo, a recuperação de peso quando utilizamos, aplicando através de nossos modernos alimentos refinados (industrializados para melhorar mais rápido a recuperação orgânica), os mecanismos de termogênese (queima de gordura estimulada pelo próprio metabolismo) de forma adaptativa (forçada), que regula o aumento ou diminuição de gordura que acabam sendo aumentados para além dos limites para os quais eles foram feitos, ou programados pelo metabolismo orgânico, para funcionar e promover a transformação adaptativa e superando o mecanismo de termogênese (queima de gordura estimulada pelo próprio metabolismo). As conseqüências apresentam maior sensibilidade para a resistência músculo esquelético à insulina e atividade neurológica (simpática), com hiperatividade, ambos os quais são os principais contribuintes para o mecanismo de doenças crônicas metabólicas. Desde a flutuação (variação) do peso no início da vida (independentemente de excesso de peso mais tarde na vida) são fatores de risco independentes para doenças metabólicas, os mecanismos pelos quais a gordura corporal é adquirida, parece ser pelo menos tão importante como, as conseqüências do excesso de gordura, sobrepeso, obesidade , obesidade visceral, abdominal, central, por si só no aparecimento do diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica (pressão alta) e doenças cardiovasculares.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista  
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Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1.A flutuação de peso na fase fetal e neo-natal aumenta o risco de pressão alta e problemas cardiovasculares independente da síndrome metabólica?
http://controladapressaoalta.blogspot.com

2.A flutuação de peso na fase precoce da criança altera o metabolismo orgânico do ser humano na vida adulta, mesmo adulto jovem?
http://metabolismocontrolado.blogspot.com

3.A obesidade infantil interfere no crescimento infanto juvenil?
http://crescimentojuvenil.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Int J Obes Relat Metab Disord
Dulloo AG, Jacquet J, JP Montani .
Departamento de Medicina Fisiologia
Universidade de Fribourg, na Suíça.








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26 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SÍNDROME METABÓLICA, UMA DOENÇA MULTIDISCIPLINAR COM ÊNFASE NA ENDOCRINOLOGIA,


ONDE OS FATORES GATILHOS MAIS EVIDENTES, DIABETES MELLITUS TIPO 2, OBESIDADE INTRA VISCERAL, ABDOMINAL, CENTRAL, GORDURA ENTRE VÍSCERAS, PULMÕES, CORAÇÃO. HIPERTENSÃO, DISLIPIDEMIA, COLESTEROL TOTAL, MAL COLESTEROL LDL, BOM COLESTEROL HDL, TRIGLICÉRIDES, METABOLOGIA E MUITO MAIS DENTRO DA ENDOCRINOLOGIA E NEUROENDOCRINOLOGIA, É CLARO COM OUTROS COMPROMETIMENTOS NÃO ENDÓCRINOS.


A síndrome metabólica, a cada dia que passa é acrescentado mais sinais e sintomas característico de uma síndrome. Entretanto esta síndrome vem cada vez mais incluindo outras áreas do conhecimento humano que extrapola em algumas opiniões uma única especialidade que no caso de hoje seria a Endocrinologia. Entretanto as áreas mais criticas e que geralmente são fatores desencadeantes esta dentro da especialidade da Endocrinologia , como por exemplo; Diabetes mellitus tipo2 não necessariamente insulino dependente, Obesidade intra visceral,central ou obesidade abdominal, nutrologia que esta ligado muito proximamente a endocrinologia ou a nutrição. A metabologia é uma área eminentemente endócrina e também esta par e passo a síndrome metabólicaNão existe duvidas de que a síndrome metabólica acaba comprometendo a pneumologia devido ao bloqueio visceral, a hipertensão que é moléstia vascular também fica comprometida, e inquestionavelmente ira desaguar seu comprometimento na área Cardiológica; também não devemos nos esquecer da dislipidemia com o comprometimento através do colesterol total, mal colesterol LDL, Bom colesterol HDL, triglicérides e até a genética, que estão direta ou indiretamente ligadas a Endocrinologia.
Infelizmente são áreas muito complexas onde nós médicos devemos ter uma visão mais holística da realidade, e não chegaremos a consenso enviando nossos pacientes de um lado para outro, para diversos especialistas que com experiência ou não poderão ter opiniões divergentes ou experiências diferentes tumultuando mais o paciente, nestas condições devemos em caso de duvidas nos reunirmos com outros especialistas. Portanto, devemos levar em consideração, que a síndrome metabólica afeta aproximadamente 50 milhões de americanos, 35 milhões de brasileiros, é uma epidemia mundial que tende a se agravar, pelas estatísticas mundiais, cerca de 7 % do adultos por volta de seus 20 anos e 40 % dos adultos em torno dos 40 anos se enquadram nesta síndrome; como já disse A síndrome metabólica é um conjunto de condições que ocorrem em conjunto e aumentam o risco para o AVC a doença cardíaca e diabetes. Tendo apenas uma destas condições - aumento da pressão arterial, níveis elevados de insulina, excesso de gordura corporal em torno da cintura ou dos níveis de colesterol anormais - contribui para o risco de doenças graves e em combinação, o risco é ainda maior. Não há definição oficial da síndrome metabólica. Se estes fatores de risco, na verdade pode ser referido como uma síndrome ou não, eles representam uma condição médica crescente envolvendo múltiplas especialidades médicas. Esta coleção livre fornece insights valiosos sobre esta epidemia emergente de saúde médica e pública. Entretanto como mais de 60% desta doença cíclica e extremamente grave e complexa de tratamento esta dentro da endocrinologia, ira acabar na mão do metabologista com visão holística e por final com seu agravamento em não sendo equacionada, com o cardiologista.

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Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
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Como Saber Mais:
1.É importante o controle da hemoglobina glicada mesmo antes do desenvolvimento do Diabetes Mellitus?
http://controladodiabetes.blogspot.com/

2.O risco do desenvolvimento de doença cardiovascular pode ocorrer se não houver controle dos níveis de hemoglobina glicada?
http://metabolicasindrome.blogspot.com/

3.Criança com estatura menor que para sua idade cronológica deve fazer avaliação para ver há necessidade de reposição de HGH ?

PERMITIDO UTILIZAÇÃO PELOS AUTORES PROSPECTIVOS DO TRABALHO ACIMA,
DESDE QUE CITADO OS CRÉDITOS DOS AUTORES PROSPECTICOS E BIBLIOGRAFIAS DE REFERÊNCIA.


Referências Bibliográficas:
Medscap diabetes et endocrinology
Gregory A. Nichols, PhD PUBLISH: 04/29/2010.








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25 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: A DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO EM ADULTOS ( DHGH ):


O METABOLISMO ORGÂNICO É TÃO PERFEITO NA DISTRIBUIÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS NECESSÁRIAS PARA CADA ÓRGÃO  QUE O MÍNIMO DESEQUILÍBRIO CAUSA UM IMENSO ESTRAGO. O HGH COMO SUBSTÂNCIA TERMOGÊNICA TEM SIDO MUITO ESTUDADO PARA A DIMINUIÇÃO DO SOBREPESO, OBESIDADE VISCERAL, GORDURA INTRA VISCERAL, ESTEATOSE HEPÁTICA, DIMINUIÇÃO DA RESISTÊNCIA A INSULINA, DIMINUIÇÃO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2, DIMINUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL TOTAL, PERDA DE PESO, EMAGRECIMENTO. LEMBRANDO QUE CADA ORGANISMO REAGE DE FORMA DIFERENTE, A BAIXA TOLERÂNCIA  À GLICOSE E RESISTÊNCIA À INSULINA, AINDA NÃO EXISTEM DROGAS MILAGROSAS!


Ao se fazer um estudo prospectivo, sobre a associação em adultos com sobrepeso com intolerância à glicose, tem um risco que pode variar por uma gama muito extensa de 10 a 50% de desenvolver diabetes por ano e logicamente este fator amplo ocorre devido a vários problemas que podem acompanhar esta disfunção metabólica, e a resistência à insulina, é uma causa importante de progressão para diabetes nestes indivíduos. A perda de peso tem se mostrado como a melhor e mais eficiente arma para melhorar a sensibilidade à insulina e prevenir ou retardar a progressão para o diabetes.
Segundo estudos recentes, a melhora da sensibilidade à insulina, no sentido de ajudar ao paciente evitar este grave problema, é a eficiência na perda de peso que está intimamente ligado à redução do tecido adiposo visceral ou gordura intra visceral, à diminuição do depósitos de tecido adiposo( gordura) intra-abdominal que inclui gordura entre as vísceras e intra hepáticas( gordura do fígado, esteatose). Após o controle do IMC, a gordura corporal total e gordura subcutânea, só a obesidade intra visceral ou gordura intra abdominal ou central, é um fator de informação independente da sensibilidade à insulina, que é fabricada pelo pâncreas e a resistência à insulina leva ao diabetes e a diminuição à tolerância à glicose antes ou depois da perda de peso. Este, por sua vez, sugere que a redução da gordura entre as vísceras e o fígado (gordura do fígado - esteatose) é crucial para melhorar a sensibilidade à insulina e a prevenção do diabetes em indivíduos de alto risco. O hormônio de crescimento (HGH –Somatotrofina), é uma substância lipolítica (termogênica), isto é queima gordura, reduzindo a gordura corporal total, abdominal e gordura visceral e talvez podemos esperar outras substâncias num futuro próximo, mas hoje o arsenal médico é terapeuticamente reduzido, sendo uma das poucas substâncias que possam nos ajudar, desde que ocorra uma deficiência da mesma no indivíduo, após uma avaliação criteriosa da deficiência do hormônio de crescimento (DGH) em adultos. Vários estudos têm relatado uma redução substancial da taxa de gordura intra visceral, abdominal, ou central, após tratamento com HGH - hormônio de crescimento nesta população. Como os adultos com deficiência do hormônio de crescimento - DHGH, indivíduos com obesidade aumentaram substancialmente a gordura intra visceral, abdominal ou central, e apresentaram resistência à insulina e os níveis de hormônio de crescimento se apresentaram abaixo do normal durante o monitoramento de 24 horas contínuas.
Estas semelhanças levaram a uma série de investigações recentes em adultos com obesidade abdominal, visceral, central, (gordura no fígado) que relataram reduções significativas na gordura entre os órgão gástricos e demais viscerais e uma melhora na sensibilidade à insulina após a administração de HGH prolongada. Mas, gostaria de deixar uma observação, que não existem drogas milagrosas, e que pacientes com baixa tolerância à glicose e resistência à insulina, não necessariamente terão o mesmo resultado positivo, e é claro cada vez necessitamos de mais pesquisas.

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Como Saber Mais:
1. O metabolismo humano tem a responsabilidade de distribuição dos hormônios ao nosso organismo?
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2.Se não diminuir a gordura entre as vísceras e a gordura dentro do fígado – esteatose hepática, corre-se o risco de desenvolver diabetes tipo 2?                
http://diabetesmellitustipo2cia.blogspot.com

3.O hormônio de crescimento – HGH ajuda na queima de gordura, ou seja, é termogênico?

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Referências Bibliográficas:
Departamento de Medicina da Universidade Estadual de Wayne, Detroit, EUA, M; Centro de Pesquisas de Endocrinologia e Metabolismo, Hospital Universitário Sahlgrenska, Göteborg, Suécia. Gudmundur.Johannsson.








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